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Voos de borboletas

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 tantas  vezes te encontro  no cenário do meu mundo sim jardins iluminados na flor dos canteiros profundos e eu te encontro tantas vezes  para a palavra sonhar - te procurar - te a desencontro eu sou a imagem passageira como uma borboleta sem eira nem beira na paisagem e tu ès a margem que procuro alcançar e  onde quero poisar e não consigo nem sei se já fui  luz no teu coração e nele resplandeci não sei  se algum dia   num breve instante ao menos  viste - me a sonhar poisa em ti 

AMOR

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 Há um único amor e o seu olhar não mente porque dentro de nòs o sonho se repete e nos lembra permanentemente o ego da sua voz o amor a vida o êxtase  do altar da musica do imaginário a alegria transbordada de partilha caminho e emoção tudo o que è verdadeiro e sempre foi oferecido sem condição assim são as palavras dos poetas alimento partilha dádiva de luz  e ambrósia vai brincando com o vento e com as nuvens fala cantando ébrio com a via sacra e o espírito que surge que o segue ao longo do calvário chora de olhar e  o ver alegre como uma ave   

Reencontro

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 Há  um único amor um sò nò dois sentimentos feitos de um sò impulso na mesma direcção  um único amor uma ilusão através do tempo sem tempo e sem repouso nos encontre para sempre não importa o lugar  

Sofredora Solidão

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 ao relento e ao frio deste amor no desconsolo de nunca sermos dois  num sò amor onde nos diluímos no tempo sôfrego dos nossos dias felizes ou não para sempre eternamente felizes meu amor !

No rosto da vida

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 Tu que escutas  as estrelas ouve esta voz que grita cantando  sangrando no coração o grito do amor no ar ouve meu amor escuta em silêncio esta canção de amor

Poema Fechado

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 fala  dos tempos dos mistérios e medos da nossa povoação falo dentes cerrados para que me oiçam os que sentirem a angùstia dos tempos geram sobre  os nossos tempos

Luz

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 LUZ   que a verdade  não nos escape estrelas altas buscai por todos os céus que não fuja esta noite em cada mão pelas lâmpadas vale que puro bem que perfeição no espaço quieto último ser luz pureza apenas ternura estrelas  minhas  que perfeição por  isso vòs estás no céu sublimar não não me deixes fazer nada não me deixes ir jà indo lua pàlida